Detran prorroga licenciamento de veículos de placas finais 3 e 4

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) prorrogou para os dias 02 e 03 de abril os vencimentos da taxa de licenciamento dos veículos com placas de finais 3 e 4, respectivamente. A decisão foi determinada pela portaria 0236/2018 expedida pelo Gabinete da Direção Geral do Detran. O motivo da mudança foi à dificuldade do envio dos carnês para as residências dos proprietários em tempo hábil. Até o dia 31 de março o valor do licenciamento é de R$ 60,00 independente do ano ou categoria do enquadramento do transporte. Já a partir do dia 1º de abril a taxa sofrerá reajuste ficando em R$ 90,00. Mesmo assim, o valor do licenciamento de veículos do RN continua sendo o menor do país, ficando abaixo da média entre os estados nordestinos, que é cerca de R$ 110,00, e bem menor de que estados vizinhos como a Paraíba (R$ 140,22) e o Ceará (R$ 118,33). Além do carnê, para efetuar o pagamento o cliente também dispõe da opção de emitir a segunda via do boleto de pagamento diretamente na página eletrônica do Detran. O processo de emissão do boleto é simples, basta clicar no ícone “Consulta de Veículos†na página principal, e logo após, digitar a placa e o Renavam do automóvel que deseja efetivar a verificação. Feito isso, o condutor alcança a listagem dos débitos referentes ao licenciamento e IPVA do veículo. Em seguida, é só clicar na taxa que deseja efetuar o pagamento, e imediatamente é aberta uma nova tela para emissão de boleto bancário. O Detran alerta que este é o último ano em que serão emitidos e enviados as residenciais dos condutores carnês de pagamento das taxas de licenciamento, IPVA e Seguro Obrigatório (DPVAT). A partir de 2019, os boletos estarão disponíveis apenas no site do órgão de trânsito estadual. De acordo com o setor de Estatística do Detran, o RN conta atualmente com quase 252 mil veículos cadastrados com placas finais 3 e 4. O número é referente a 20,29% de toda a frota relacionada no Estado. A validade do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV) 2017 desses automóveis tem validade até o último dia do mês de outubro deste ano. Somente após a comprovação da quitação da taxa de licenciamento, IPVA e Seguro Obrigatório é que o proprietário recebe o CRLV em sua residência, desde que não exista ainda nenhum outro débito referente a infração de trânsito ou outros. Foto: Divulgação
Embalado após vitória no clássico, Potiguar pega o Força e Luz nesta quinta

Após vencer o clássico PotiBa por 3 a 1 no último domingo (4), o Potiguar de Mossoró encara nesta quinta-feira (8), o Força e Luz, na Arena das Dunas, às 15h. A partida é válida pela quinta rodada do 2° turno do Campeonato Potiguar 2018. No returno, o Potiguar soma quatro pontos e ocupa a quinta colocação na tabela de classificação. Segundo o técnico Emanoel Sacramento, o duelo contra o Time Elétrico nesta quinta é muito importante para o Potiguar, pois o alvirrubro busca somar o maior número de pontos possíveis para subir na tabela. Embalado após a vitória por 3 a 1 em cima do rival Baraúnas, o técnico treinou com o seguinte time titular: Jaime, Yago, Ronald e Wellerson; Daniel Recife, Lucas Santos, Romeu, Gabriel Maia e Leandro Mendes; Gilsinho e Sorriso. O meio-campista Jozicley, que está em recuperação de uma lesão na posterior da coxa direita, deu voltas ao redor do campo no treinamento realizado no Nogueirão. Assim também como o atacante Ricardo Muniz, que com dores no joelho esquerdo foi poupado da atividade. O adversário do Time Macho desta quinta ainda não perdeu. Na última rodada, empatou sem gols com o Santa Cruz, na Arena das Dunas. Em caso de uma vitória do Time Elétrico, a equipe chegará aos 12 pontos, ultrapassando o Potiguar, que tem 11 pontos. Classificação 2° turno Campeonato Estadual 2018: 1° ABC – 15 pontos 2° América-RN – 7 pontos 3° Força e Luz – 6 pontos 4° Globo FC – 5 pontos 5° Potiguar – 4 pontos 6° Santa Cruz – 3 pontos 7° Assu – 2 pontos 8° Baraúnas – 0
Dossiê mostra crescimento da violência contra mulheres lésbicas no Brasil

O primeiro Dossiê sobre Lesbocídio no Brasil mostra crescimento da violência contra mulheres lésbicas. Lançado nessa quarta-feira (7), o documento indica que, no período entre 2000 e 2017, foram registrados 180 homicídios de lésbicas. No entanto, os anos mais recentes concentram a maior parte das mortes: somente entre 2014 e 2017, foram registrados 126 assassinatos de lésbicas no país. O dossiê foi elaborado pelo Grupo de Pesquisa Lesbocídio – As histórias que ninguém conta, que atua no resgate de informações e histórias de lésbicas vítimas desse tipo de crime no país. O dossiê revela que, enquanto em 2000 foram dois casos, em 2017 eles chegaram a 54. A partir de 2013, o aumento tem sido constante, sendo que o maior ocorreu de 2016 para 2017, quando subiu de 30 para 54 registros. O estudo mostra ainda que a violência vem do preconceito masculino. “As lésbicas se relacionam sexual e afetivamente exclusivamente com mulheres, mas os principais assassinos de lésbicas no Brasil são homens, o que significa que o vínculo conjugal entre vítima e assassino, muito recorrente nos casos de violência doméstica resultantes em feminicídios, não ocorre nos casos de lesbocídioâ€, diz o texto do dossiê. O estado de São Paulo, com 20% de todas as mortes de lésbicas no país, foi o que teve, entre 2014 e 2017, o maior número de registro de lesbocídios. Na capital paulista, foram oito casos nos últimos quatro anos. Apesar disso, é no interior do país que são anotadas mais mortes. Dos 126 casos registrados entre 2014 e 2017, 82 ocorreram no interior dos estados. O documento explica que o termo lesbocídio, entre outras motivações, é proposto na pesquisa “como forma de advertir contra a negligência e o preconceito da sociedade brasileira com a condição lésbica, em seus diversos âmbitos, e as consequências, muitas irremediáveis, em especial a morte de lésbicas por motivações de preconceito contra elas, ou seja, a lesbofobia. Assim, definimos lesbocídio como morte de lésbicas por motivo de lesbofobia ou ódio, repulsa e discriminação contra a existência lésbicaâ€. A coleta de dados sobre os casos de lesbocídio no país que ocorreram entre os anos de 2014 e 2017 foi feita durante o ano passado, com base em informações obtidas por monitoramento de redes sociais, sites, jornais eletrônicos e outros meios de comunicação de notícias criminais nacionais, regionais e locais, sempre identificando os casos de lésbicas assassinadas e ainda os casos de suicídio. O grupo coordenado pela professora Maria Clara Marques Dias, desenvolvido pela professora Suane Felippe Soares e pela graduanda da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Milena Cristina Carneiro Peres, é uma iniciativa do Núcleo de Inclusão Social (NIS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) junto com integrantes do grupo Nós, que se dedica ao estudo de pessoas com sexualidades dissidentes, que enfrentam diversos preconceitos. Suicídios Os registros feitos de 2014 a 2017 indicam 33 suicídios, em sua maioria com lésbicas na a faixa de idade entre 20 e 24 anos, vindo em seguida a faixa de até 19 anos. Juntas, as duas faixas etárias concentram 69% dos casos de suicídios de lésbicas no Brasil. Os registro de casos seguem em números crescentes nos últimos anos. Em 2014 foram dois, no ano seguinte, cinco, em 2016 foram seis e ano passado esse número passou para 19. “O suicídio aí é sentido como uma resposta dessas mulheres a uma sociedade em que elas não têm espaço. Na medida em que se sentem como escória da sociedade, muitas vezes não conseguem encontrar um lugar de trabalho. São levadas ao fim da linha e sentem a própria vida como uma vida que não tem valorâ€, disse a professora. Maria Clara revelou que, entre os casos pesquisados de suicídio, as mulheres se encontravam em situação de vulnerabilidade. “Há uma coexistência de causas ou de vulnerabilidade. Geralmente, são mulheres de baixa extração social, negras e muito jovens. A maior parte dessas mulheres tem baixa escolaridade. É uma coincidência de vulnerabilidade que faz com que elas não encontrem alternativasâ€, afirmou. Subnotificação A professora Maria Clara Marques Dias disse à Agência Brasil que, apesar de os dados indicarem crescimento no número de registros, os resultados podem ser ainda maiores porque, além da dificuldade na coleta de informações completas e reais, existe a falta de notificações oficiais das mortes. “O número, embora significativo, ainda está muito a desejar com relação ao que a gente imagina que efetivamente ocorraâ€. Maria Clara afirmou que outra dificuldade é a falta de tipificação do crime nos registros em delegacias. “Geralmente não tem a tipificação. Muitas vezes, há o reconhecimento por parte de algum segmento de que se tratou de um crime de lesbofobia, mas o próprio agressor, o próprio assassino, tenta transformar a visão do caso e, em alguns, consegue ser inocentado, não vai para a cadeia e [os casos] não ficam caracterizados como lesbocídiosâ€, informou. Jovens Em um paralelo com o Mapa da Violência de 2016, que destacou os jovens como a parte da população que mais morre no país, entre as lésbicas assassinadas ou que se suicidam no Brasil isso se repete. Conforme o Dossiê sobre Lesbocídio, grande parte das notificações se refere a pessoas de 20 a 24 anos, representando 34% de todas as mortes registradas no período de 2014 até 2017. A segunda faixa com maior número de registros é a que vai até os 19 anos, com 23% dos casos. Não foram registradas mortes de lésbicas acima dos 50 anos. O alto número de registro de lésbicas mortas nas duas primeiras faixas etárias representa vidas jovens, em processo de amadurecimento, em grande parte, mortas por pessoas com vínculos familiares e/ou afetivos. Dos registros de lésbicas assassinadas com até 24 anos, 70% foram casos de assassinatos cometidos por pessoas conhecidas das vítimas. A pesquisadora destacou ainda o nível de crueldade dos crimes de lesbocídios, que muitas vezes não ocorrem em outros tipos de assassinatos. Para ela, entre os motivos está uma certa conivência da sociedade quando o crime é cometido por um ex-parceiro da
Professor proíbe aluna de assistir aula acompanhada da filha de 5 anos na UFRN

O professor graduado e mestre em Ciências Sociais (UFRN), doutor (Universidade de Paris René Descartes) e pós-doutor em sociologia (UFRJ) Alípio Sousa Filho proibiu uma aluna de assistir às suas aulas porque ela estava acompanhada da filha de cinco anos. A estudante Waleska Maria Lopes trabalha de manhã e de tarde e não tem com quem deixar a criança na hora que vai para a universidade, à noite. Alípio alega que a presença da menina traz prejuízos à aula. O fato aconteceu nesta terça-feira (6) durante a aula de Introdução à Sociologia do curso de Ciências Sociais da UFRN. “Me senti muito mal. Minha filha perguntou se não podia mais assistir às minhas aulas. Se era por causa dela. É uma grande humilhação. A única família dela sou eu. Ela só tem a mim. Foi terrívelâ€, relatou a aluna. Segundo ela, Alípio Filho a informou que não poderia assistir às suas aulas com a criança e ordenou que Waleska se retirasse da sala. A estudante cria a filha sozinha. Nascida no Rio de Janeiro, onde ainda mora sua família, ela veio viver em Pau dos Ferros, região Oeste potiguar, em 2008. Em 2017, mudou-se para Natal com o objetivo de estudar. Conseguiu entrar na UFRN com a nota obtida no Enem. Na capital, divide um imóvel com outras pessoas, onde também vive sua filha. Durante o dia, trabalha como atendente de telemarketing para sustentar as duas, e nesse período a criança fica em uma escola. Alípio Filho diz que não expulsou a aluna da aula. Contudo o professor admite que proibiu a estudante de voltar novamente a uma aula acompanhada da filha. “Uma criança de cinco anos, todo mundo sabe, é uma criança que fica inquieta. E a aluna tem que se ocupar com a filha. Se ocupa, porque fica vendo a criança levantar, a criança sentar. E, portanto, a criança fica chamando a atenção da aluna, o que faz com que ela não esteja atenta à aula. Além disso, chama a atenção dos demais alunosâ€, argumenta. Ãudio vazou Depois que a aluna deixou a sala de aula, Alípio Filho seguiu falando com os estudantes que permaneceram no local. O que o professor disse foi gravado e compartilhado em grupos de WhatsApp. Além de abordar as questões mencionadas por ele na entrevista, referentes aos custos e o respeito à Universidade, o docente também direcionou seu discurso para Waleska. “Ela encontre uma rede de solidariedade para cuidar da criança. Não consegue essa rede de solidariedade? Repense sua vida. Não tem que estar fazendo Ciências Sociais, não tem que estar estudando na universidade. Você só faz isso se tiver condições. Agora não vai impôr à instituição coisas que não são assimiladas pela instituição (…) “ah, eu sou pobre, não tenho”. Problema seu, a universidade não tem problema com isso, se vireâ€, disse. O professor diz que há grupos de alunos que não respeitam as normas da UFRN e querem impôr suas vontades em detrimento do que determina a Universidade dentro dos limites do campus. “Esse áudio é maravilhoso, eu agradeço a eles por estar divulgando. Porque é o áudio no qual eu mostro as razões da defesa da universidade pública no Brasil. Dizendo que a universidade é cara, nossos salários são caros, numa sociedade de baixos salários, e que por tão cara que é a universidade pública, ela deve ser zelada e respeitada em sua autoridade moral, o que certos alunos não sabem reconhecer. Eu agradeço, e pode colocar na sua matéria, que o professor agradece a divulgação do áudioâ€, disse Alípio Filho ao G1. Questionado pela reportagem se tinha conhecimento que a estudante é natural do Rio de Janeiro e não tem familiares próximos no Rio Grande do Norte, o professor afirmou não saber do fato, porém disse que essa informação não interfere em sua análise da situação. Não tenho essa informação, mas essa informação não interfere na análise do problema, porque, veja bem, a sociedade tem diversos dramas e problemas. Mas a universidade não pode ser o lugar da resolução de todos esses problemas. A universidade já faz um esforço tremendo de oferecer programas, de oferecer alternativas de amparo à vida estudantil que devem ser reconhecidos Nós temos bolsas de iniciação científica, bolsa alimentação, residência, nós temos essa bolsa creche. A universidade está fazendo o que podeâ€, declarou. Discussão na sala de aula A aula de Introdução à Sociologia, ministrada pelo professor Alípio de Sousa Filho nesta terça-feira (6), foi a terceira do semestre e a segunda em que o docente reclamou da presença da criança. “Na segunda aula, semana passada, ele disse que eu tinha que fazer minha filha ficar sentada. Ela é muito tranquila, não faz barulho, só desenha a aula inteira. Ele disse que se eu quisesse trazer minha filha para aula, trouxesse fita adesiva, cola, qualquer coisa para fazer ela ficar sentadaâ€, conta a mãe. A estudante adiantou que irá registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil, por agressão moral e constrangimento, bem como entrar com um processo administrativo na instituição. Como ele é o único professor a ministrar a disciplina, Waleska disse que vai solicitar a aplicação de ensino individualizado e que não vai desistir do curso. “Me admira ter sido justamente um professor que fala tanto de questões de gênero”, considerou a aluna. “É meu sonho terminar o curso. Já cheguei a cursar engenharia, mas conheci a sociologia e me apaixonei. É o que quero seguir”, concluiu. Segundo o professor, ele falou para a aluna que a presença da menina atrapalharia a concentração dos estudantes, e também que os temas debatidos em sala de aula não deveriam ser ouvidos pela criança. “Por coincidência, eu estava nesse dia abordando temas da diversidade cultural, e falei de diversos rituais de morte praticados nas diversas culturas humanas. Dando os exemplos mais detalhados sobre o que é a variação cultural e o propósito de ritos fúnebres. Veja, você não acha que uma criança ouvir tudo isso não pode levá-la a ter ideias em sua cabeça, imagens
Rosalba apresenta proposta no Ministério do Turismo para reestruturação do Corredor Cultural

Em Brasília, a prefeita Rosalba Ciarlini apresentou a proposta de reestruturação de toda a extensão da Avenida Rio Branco, o chamado Corredor Cultural. Os recursos serão destinados para recapeamento e capeamento da via, que compreende cerca de 9 quilômetros, do bairro Santa Delmira ao Belo Horizonte. A audiência com o ministro Marx Beltrão contou também com a presença do deputado Beto Rosado, da secretária de Infraestrutura, Kátia Pinto, do senador Garibaldi Alves e do deputado federal Walter Alves. O projeto apresentado destacou a execução de pavimentação asfáltica, incluindo sinalização horizontal e vertical da Avenida. “A Avenida Rio Branco é um das áreas da cidade de grande concentração de pessoas, uma das principais vias de acesso no Município. Por isso estamos em Brasília buscando esses recursos para melhorar as condições, proporcionando maior fluidez também no tráfego de veículosâ€, destacou a prefeita Rosalba Ciarlini, que, na audiência, solicitou a liberação de recursos da ordem de R$ 11 milhões de reais para a obra. Praça Ulrick Graff – Com relação a obra da praça do Ulrick Graff, a prefeita também buscou agilidade na liberação da segunda parte da verba destinada a conclusão dos trabalhos. A obra havia iniciado em 2009 e estava paralisada. Após a retomada em dezembro de 2017, houve grande avanço no andamento dos trabalhos.
Cuidado: golpe do WhatsApp tem mulheres como alvos neste 8 de março

Nesta quinta-feira (8), é o Dia Internacional da Mulher, e a data foi escolhida por hackers para aplicar um golpe que tem como alvos os celulares de mulheres. Segundo a Bol, a isca utilizada pelos criminosos é o oferecimento de um kit de maquiagem gratuito. Para isso, o usuário é orientado a se cadastrar em um link e repassar a mensagem para outras pessoas. Além das mulheres, a mensagem também incentiva os homens participarem da promoção para presentear as mulheres conhecidas. “Não clique, caso contrário o risco de expor dados pessoais, além de permitir a instalação e um malware ou vírus oportunista que roubaria outras informações privadas do seu aparelho”, disse a empresa Kaspersky Lab.
Homem acusado de matar evangélico mossoroense é morto a tiros em Assu

Um homem foi morto a tiros na noite desta quarta-feira (7), no município de Assu, na região Oeste do Rio Grande do Norte. De acordo com a Polícia Militar, a vítima identificada como André Fernandes do Nascimento, de 28 anos, foi baleado na rua José Leão, no bairro São João. André caminhava em via pública, quando criminosos armados chegaram e efetuaram vários disparos contra ele. Atingido na perna e na cabeça, a vítima não resistiu e morreu no local. De acordo com a PM, André é acusado de matar o evangélico Paulo Wytayron Gomes dos Santos, de 27 anos, natural de Mossoró. O homem matou Paulo após confundir com um inimigo. André efetuou três disparos no evangélico, que veio a óbito no local. O crime de homicídio foi registrado no dia 19 de abril de 2014. A polícia realizou o trabalho de isolamento do local até a chegada da equipe do ITEP, que fez a remoção do corpo para a sede do órgão em Mossoró. O crime de homicídio será investigado pela Polícia Civil. Foto: Reprodução
Câmara aprova crime de importunação sexual e aumenta pena para estupro coletivo

Em uma sessão presidida por deputadas mulheres, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (7), uma série de projetos de lei da bancada feminina, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado hoje (8). O primeiro projeto aprovado estabeleceu o crime de divulgação de cenas de estupro e aumentou a pena para estupro coletivo. O texto, de origem do Senado, foi alterado para punir com reclusão de um a cinco anos aquele que oferecer, vender ou divulgar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outro tipo de registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável. O projeto inclui ainda o crime de importunação sexual, prática de ato libidinoso na presença de alguém sem concordância dessa pessoa. Atualmente, o Código Penal prevê como “ato libidinoso†e enquadra como contravenção penal, punindo apenas com multa, pessoas que se masturbam ou ejaculam em transportes públicos, por exemplo. A matéria retorna ao Senado para apreciação antes de ser sancionada. Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), o projeto enfrenta o constrangimento que as mulheres vivem, seja no transporte coletivo, seja em qualquer ambiente público. “Embora qualquer pessoa possa ser sujeito ativo dessa prática, esse tipo de constrangimento covarde geralmente é cometido por homens, tendo como vítimas as mulheresâ€, afirmou. “Toda forma de assédio deve ser combatida e esta sessão será histórica neste sentidoâ€, completou a deputada. O crime de estupro, atualmente punido com prisão de seis a dez anos, teve a pena aumentada de um a dois terços nos casos de estupro coletivo – cometido por duas ou mais pessoas. A nova redação também estabelece a pena para os crimes de estupro “corretivo”, quando há a intenção de controlar o comportamento social ou sexual da vítima. O PL também prevê aumento de pena de metade a dois terços se o crime resultar em gravidez. No caso de o criminoso transmitir doença sexualmente transmissível que sabe ser portador, ou se a vítima for idosa ou pessoa com deficiência, a pena será ampliada de um terço a dois terços. Mais tarde, o plenário aprovou o Projeto de Lei (PL) 7.874/17, que estabelece a perda do poder familiar (do pai ou da mãe) em caso de feminicídio, de lesões gravíssimas e abuso sexual contra filhos. Estudantes grávidas O plenário também aprovou o Projeto de Lei 2350/15, que aumenta o período do regime de exercícios domiciliares a que têm direito as estudantes grávidas. A partir do oitavo mês de gestação e até seis meses após o nascimento da criança, a estudante de qualquer nível ou modalidade de ensino, grávida, em fase puerpéria (até 45 dias após o parto) ou lactante fica assistida pelo regime de exercícios domiciliares. Em casos excepcionais, comprovados mediante laudo médico, o período de repouso poderá ser aumentado, antes e depois do parto, sendo a estudante incluída no regime de exercícios domiciliares. As instituições de ensino também deverão ter suas instalações físicas adaptadas, além de promover medidas para acolher adolescentes grávidas, em estado de puerpério ou lactantes. Para a deputada Soraya Santos (MDB-RJ), autora do texto aprovado, a medida vai impactar a vida de adolescentes que abandonam as escolas por estarem gestantes. “Nós queríamos dar liberdade às escolas, mas que elas envidassem todos os esforços para reter a mulher adolescente grávida na escola. Então não é um projeto que gera despesa, ao contrário, ele acolhe as meninas que abandonam a escolaâ€, assegurou. O texto assegura às mulheres nessas condições que tenham acompanhamento pedagógico próprio, com cronograma e plano de trabalho para o período do afastamento. Além disso estabelece a utilização de instrumentos pedagógicos disponibilizados pela instituição de ensino para a realização de tarefas e esclarecimento de dúvidas. O PL mantém a continuidade do recebimento de bolsa de estudo às mulheres beneficiárias. A realização de provas deve seguir o calendário escolar, sempre que compatível com o estado de saúde das estudantes e as possibilidades do estabelecimento de ensino. A matéria segue para o Senado. Agência Brasil/Foto: Reprodução
Polícia Civil prende mulher por posse de arma de uso restrito em Mossoró

Policiais civis da Delegacia Especializada em Narcóticos (Denarc) de Mossoró prenderam nesta quarta-feira (07), Franciele Souza do Nascimento e apreenderam um adolescente. Na ação, foram apreendidos um revólver calibre 38 e uma pistola de calibre 40, ambas com munição. Segundo o titular da Denarc, o Delegado Teixeira Júnior, as armas foram apreendidas em uma residência na Rua Alexandre Baraúna, localizada no Bairro Paredões. Franciele foi autuada por posse de arma de fogo de uso restrito e será encaminhada ao sistema prisional, onde ficará à disposição da justiça. Já o adolescente, responderá a um Boletim de Ocorrência por porte de arma na forma análoga. Foto: Divulgação/PC