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Brasil chega a 162 mil mortes por covid-19

Foto: Reuters

O Ministério da Saúde teve problemas técnicos que o impediram de obter alguns dados atualizados. Dentre eles, os dados de pessoas recuperadas. Desta forma, os últimos dados a respeito são da última quarta-feira (4), 5.064.344 (90,6%). O ministério também não pôde atualizar os dados de alguns estados, dentre eles São Paulo, o estado mais afetado pelo novo coronavírus no Brasil. Por meio de nota, o ministério informou que “nesta sexta-feira (6), identificou incidente em páginas web, o que desconfigurou layouts. A questão está sendo tratada pela equipe do DataSUS, e as páginas estão sendo restabelecidas. Não foram afetados os dados nem os servidores da pasta, que estão preservados pelas medidas de segurança adotadas.” adSenseBoxX A pasta também disse que “está revisando todas as camadas de segurança dos sistemas de Informação do Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode ocasionar intermitência nos sistemas e na disseminação de informações da saúde durante o fim de semana, com previsão de término até o próximo domingo (8). O balanço divulgado hoje (6) pelo Ministério da Saúde mostra 18.862 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Já são 5.631.181 casos acumulados desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas mais 279 mortes, totalizando 162.015. adSenseBoxX Covid-19 nos estados Os dados de São Paulo também não foram atualizados, sendo os últimos números de ontem. Ainda assim, o estado continua muito à frente em número de casos (1.125.936) e mortes (39.717). Os outros estados com maior número de casos no país são Minas Gerais (366.303) e Bahia (361.136). O Rio de Janeiro, com 20.849 óbitos, é o segundo estado nesse quesito, atrás de São Paulo. Ceará, com 9.393, e Minas Gerais, com 9.199, aparecem na sequência.

Homem é morto com tiro de pistola no bairro Santo Antônio

Foto: Fim da Linha

Um homem ainda não identificado foi morto na noite desta sexta-feira (6), no bairro Santo Antônio, em Mossoró. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu na rua Manoel Francisco da Silva, por trás da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do bairro. adSenseBoxX De acordo com a PM, a vítima foi retirada de dentro de um carro e executada com um tiro de pistola ponto 40 no meio da rua. A motivação do crime ainda é desconhecida. O crime será investigado pela Delegacia de Homicídios de Mossoró.

Allyson pede doações aos eleitores, mesmo recebendo R$ 160.000,00 do fundão

Foto: Reprodução

A verba de R$ 160.000,00 recebida do Fundo Partidário não bastou para o candidato Allyson Bezerra (solidariedade). Tampouco os R$ 89.000,00 de recursos próprios, que ele investiu na campanha à Prefeitura de Mossoró. Além de doações de uso de veículos durante a campanha e outros serviços. Ele agora quer mais: quer que o cidadão custeie a candidatura dele e fez esse pedido nas suas redes sociais. A repercussão do pedido de doação foi negativa e imediata. Nas suas redes sociais, bem como nas postagens feitas por sua militância, a crítica veio sem dó nem piedade. Em um comentário, um popular disse: “lá no Centro tá cheio de mendigo querendo uma doação de comida para comer.” Outro comentou: “já começou errado, pois todo candidato tem verbas do Fundo Partidário, fundo especial de financiamento de campanha para gastar no pleito. Cadê essas verbas? É melhor abrirmos o olho.” adSenseBoxX Allyson evidenciou que não quer se endividar. Ele poderia, por exemplo, ter feito um empréstimo para poder investir na própria campanha. Afinal, o projeto político é dele. O desejo de ser prefeito e dele. Por quais motivos alguém deveria custear algo que ele quer? Além de deputado estadual, ele é servidor efetivo da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) desde 2012. Então, em tese, ele teria toda abertura necessária para buscar recursos junto aos bancos. Contudo, a ação dele evidencia uma coisa: se ele não consegue administrar uma campanha com os recursos disponíveis, será que conseguiria administrar o orçamento da prefeitura sem se endividar?

Pesquisa Acim/Sensatus: veja os nomes mais citados para a Câmara de Mossoró

Foto: Arquivo/MN

Confira os nomes mais lembrados à Câmara de Mossoró, na pesquisa realizada pelo instituto Sensatus, contratada e divulgada pela Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), na noite desta quinta-feira (5). Leia também: Pesquisa Acim/Sensatus: Rosalba e Jorge lideram com 42,8%; Allyson aparece 5% atrás nos votos válidos A pesquisa Sensatus/Acim ouviu 781 pessoas nos dias 2, 3 e 4 de novembro. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo: RN-00883/2020. adSenseBoxX Veja os nomes mais citados: Resposta Citações % Citações Não sabe 277 35,45% Ninguém/Branco/Nulo 37 4,73% Petras 21 2,68% Cabo Tony 17 2,18% Larissa Rosado 17 2,18% Edson Carlos 16 2,04% Lawrence 15 1,92% Lucas das Malhas 13 1,66% Raério Cabeção 12 1,54% Zé Peixeiro 12 1.54% Isaac da Casca 11 1,40% Francisco Carlos 10 1,28% Plúvia 10 1,28% Manoel Bezerra 9 1,14% Mimiu 9 1,14% Gera 8 1,02% Izabel Montenegro 8 1,02% Não respondeu 8 1,02% Victor 8 1,02% Ferrugem  7 0,89% Flavinho 7 0,89% Lamarque 7  0,89% Marckuty da Maisa  7 0,89% Tony Cabelos 7 0,89% Arlene Souza 5 0,64% Celso Lanches 5 0,64% Costinha 5 0,64%

Biden tem pequena vantagem na Geórgia e se aproxima da Casa Branca

Foto: Matt Slocum/AP

O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, passou a ter pequena vantagem sobre o presidente republicano Donald Trump no estado da Geórgia, pela primeira vez na manhã desta sexta-feira (6), colocando a Casa Branca ao seu alcance, enquanto outros estados indecisos mantêm a apuração. Biden tem 253 votos contra 214 no Colégio Eleitoral que decide o vencedor da eleição, segundo a maioria das principais emissoras de TV. Se vencer a Geórgia e, consequentemente, conquistar os 16 votos do estado no Colégio Eleitoral, o ex-vice-presidente ficará a um voto de chegar aos 270 necessários para vencer a disputa. Biden, de 77 anos, se tornará o próximo presidente se vencer na Pensilvânia, ou se vencer em dois estados do trio formado pela Geórgia, Nevada e Arizona. O caminho mais provável para a vitória de Trump parece cada vez mais estreito – ele precisa vencer na Pensilvânia e na Geórgia e também ultrapassar Biden em Nevada ou Arizona. Biden tem uma vantagem de 917 votos na Geórgia, onde a apuração prossegue na manhã de hoje. adSenseBoxX A mudança na liderança na Geórgia veio horas depois de Trump aparecer na Casa Branca para alegar de maneira falsa que a eleição está sendo “roubada” dele. A vantagem de Trump na Geórgia vinha caindo constantemente. O estado, localizado no Sul, não vota em um democrata para presidente desde 1992. No final dessa quinta-feira (5), o secretário de Estado da Geórgia afirmou que haviam 14 mil cédulas a serem apuradas. O estado ainda terá de analisar os votos enviados por membros das Forças Armadas e por moradores do exterior, assim como votos provisórios depositados no dia da eleição, na terça-feira (3), por eleitores que tiveram problemas com seu registro ou identificação. Biden também vem reduzindo de forma constante a vantagem de Trump na Pensilvânia. Sua desvantagem caiu para pouco além de 18 mil votos no início desta sexta, e deve continuar a cair, já que votos de regiões tradicionalmente democratas ainda precisam ser contados. Ele também mantêm lideranças estreitas no Arizona e em Nevada. No Arizona, sua vantagem caiu para cerca de 47 mil votos hoje. Em Nevada, ele liderava por cerca de 11.500 votos. Enquanto o país prendia a respiração aguardando um resultado da eleição presidencial, autoridades da Geórgia e da Pensilvânia expressaram otimismo de que encerrarão a apuração nesta sexta, enquanto Arizona e Nevada ainda devem levar dias para concluir as suas. adSenseBoxX Trump, de 74 anos, buscou retratar como fraudulenta a lenta apuração dos votos enviados pelos correios, que dispararam em popularidade devido aos temores de exposição ao novo coronavírus por meio da votação presencial. Conforme a apuração desse tipo de voto avançou, fortes lideranças iniciais de Trump em estados como Geórgia e Pensilvânia se esvaíram. Historicamente, os estados demoram para apurar todos os votos após o dia da eleição. Trump disparou uma série de tuítes nas primeiras horas desta sexta, reiterando as alegações infundadas que fez na véspera, na Casa Branca, em seu extraordinário ataque ao processo democrático norte-americano. “Eu facilmente VENCI a Presidência dos Estados Unidos com os VOTOS LEGAIS DEPOSITADOS”, escreveu ele no Twitter, sem oferecer qualquer evidência de que votos ilegais tenham sido depositados. O Twitter rotulou a publicação como possivelmente enganosa, algo que tem feito com inúmeros tuítes de Trump desde o dia da eleição

Eleições 2020: Urnas são seguras e uso é transparente, afirma TSE

Foto: Reprodução

Não são novas as dúvidas e questionamentos sobre a segurança das urnas utilizadas pela Justiça Eleitoral nas eleições brasileiras. No pleito de 2018, o tema foi objeto de ações coordenadas de eleitores e grupos políticos para jogar suspeição sobre a segurança do sistema e a consequente legitimidade dos resultados das votações a partir dele. Neste mês, que o Brasil se prepara para escolher prefeitos e vereadores novamente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou que as urnas eletrônicas são seguras e que as medidas adotadas são transparentes, podendo ser acompanhadas pelos partidos e outras instituições. O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, lembra que as urnas são empregadas como meio técnico de coleta de votos desde a disputa municipal de 1996. Ele conta que a iniciativa veio em resposta ao que chamou de limites a falhas da coleta e apuração humanas. No processo até então, pessoas votavam em cédulas de papel, que eram colocadas em grandes sacos e depois eram retiradas para o escrutínio. “Tínhamos muita intervenção humana. E quando há intervenção humana temos três características. Lentidão, prática de erros e possibilidade de fraude pela manipulação da informação. Houve possibilidade de se transformar um processo que era lento e cheio de erros e fraudes em um processo célere, com garantia de integridade e proteção, com rastreabilidade que está ligado à transparência”, destaca o secretário. adSenseBoxX Para efeito de comparação, dois dias após o término da votação nos Estados Unidos, as apurações dos votos para presidente e para parte do Parlamento não haviam sido concluídas. No Brasil os resultados presidenciais são dados horas após o fechamento das urnas, enquanto os dos estados menores acontecem ainda no mesmo dia, sobrando poucas Unidades da Federação que concluem no dia seguinte. Giuseppe Janino considera a urna eletrônica uma “mudança de paradigma”. A partir do início do seu emprego o sistema foi sendo aperfeiçoado e foram inseridas novas funcionalidades. Ele considera que o projeto garante segurança e transparência. Toda a tecnologia é desenvolvida no TSE, conforme o secretário. Seis meses antes de cada eleição o sistema é aberto para que mais de 15 instituições, como partidos políticos, Ministério Público, Polícia Federal, universidades e entidades de classe, se habilitem para verificar os programas que serão adotados. Após este período, os programas são lacrados e blindados, passando por mecanismos de segurança por meio de assinaturas. “Em cada um deles é feito um código matemático e isso gera um dígito verificador. Isso garante integridade. Fazemos um conjunto de assinaturas em cima desses programas que vão desde o chefe da unidade, coordenador, secretário de tecnologia e autoridades como o presidente do TSE, PGR [Procuradoria-Geral da União], presidente da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil], que fazem a última camada de assinaturas”, explica Janino. adSenseBoxX Uma cópia fica no cofre do tribunal como alternativa para verificação. Outras são enviadas para os tribunais regionais eleitorais. Quando o software é instalado nas urnas, estas o leem e conferem as assinaturas. Apenas desta maneira, coloca o secretário, a urna funciona. Ele argumenta que não seria possível uma fraude roubando uma urna, por exemplo. “Este fato de subtrair uma urna não preocupa, porque ela tem todo um esquema de proteção porque ela não vai funcionar e não vai gerar dado que não será oficial. Existem vários pontos de segurança e verificação que garantem a integridade do processo”, diz. Outro procedimento de fiscalização feito pela Justiça Eleitoral é selecionar determinadas urnas na véspera da eleição e proceder uma simulação dos votos nas sedes dos TREs. Isso ocorre com a participação de representantes das candidaturas, com câmeras filmando os votos e após o fim do procedimento há uma conferência se os votos vistos correspondem àqueles registrados na máquina. Após cada pleito, o TSE e a Justiça Eleitoral avaliam o desempenho do sistema e discutem o que pode ser inserido, tanto nos equipamentos quanto nos programas utilizados. “Não há nenhum caso de fraude identificada até hoje. Todas as suspeições formalizadas são investigadas por instituições independentes, como Ministério Público e Polícia Federal”, enfatiza o responsável pela tecnologia da informação do tribunal.

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