Mossoró receberá seminário “Novas Formas de Justiça” do TJRN

Novas Formas de Justiça
Cotidiano

O Tribunal de Justiça traz a Mossoró, na segunda-feira (25), o seminário “Novas Formas de Justiça, novos caminhos para a sociedade”, destinado a profissionais e estudantes da área de Direito da região Oeste do estado. Os temas são os mais palpitantes da justiça brasileira e estadual nos últimos tempos como conciliação, justiça restaurativa, ressocialização e audiências de custódia. O evento será aberto pelo presidente do TJRN, desembargador Expedito Ferreira, às 15h30, no Teatro Dix-huit Rosado. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do link http://www.tjrn.jus.br/seminario125/. Os participantes receberão certificado de quatro horas/aula.

O evento é realizado em parceria com a Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN). O evento é parte das comemorações pelos 125 anos de criação do TJRN. O palestrante principal é o professor doutor adjunto da Faculdade de Direito da Universidade Brasília, Alexandre Bernardino Costa. Ele irá abordar o tema “Justiça e Transição: direito à memória e à verdade nos dias de hoje”. Alexandre Bernardino é membro fundador do Instituto de Pesquisa em Direitos e Movimentos Sociais e coordenador do grupo de pesquisa “Movimento Direito”.

O presidente do Tribunal de Justiça destaca que está é uma oportunidade para que acadêmicos de direito tenham informações atualizadas sobre temas tão importantes como os inseridos na pauta do evento. Na área da conciliação, o TJ potiguar é o quarto melhor do país em quantidade de acordos fechados entre os tribunais estaduais brasileiros.

A primeira edição do seminário “Novas Formas de Justiça, Novos Caminhos para a Sociedade” foi realizada no último dia 17 de agosto, na Escola da Magistratura, em Natal. Na abertura do evento, o desembargador Expedito Ferreira destacou que o Judiciário potiguar tem feito um trabalho permanente para implantar novas formas de aplicar a justiça.

“Temos nos antecipado, ao buscar influir junto à sociedade para ela não precisar recorrer de forma tão frequente à Justiça. Temos trabalhado para incluir os cidadãos como partícipes na construção das soluções. Com isso, tentamos diminuir as demandas que, em número crescente, terminam por abarrotar o Judiciário”, declarou o dirigente do Poder Judiciário potiguar.

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