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Pesquisas desconhecidas dominam terreno em Mossoró e geram controvérsias

Por: Redação

É sempre a mesma coisa: quem está atrás, numericamente falando e com base em pesquisas qualitativas, trata logo de apresentar uma pesquisa quantitativa para passar ao eleitor a ideia de que está na frente. A diferença entre as duas sondagens é que a primeira mede, com cautela e profundidade, os reais números. E ainda não se viu, até aqui, nenhuma quali sendo divulgada.

A campanha de números que se vê em Mossoró agora em 2020 segue o que se viu no passado. E se alguém disser que é preciso muito mais para que se possa acreditar no que se diz aqui, a robustez dessa afirmação se viu no âmbito nacional, nas eleições de 2018, quando todas as projeções feitas por pesquisas apontavam para vitória do candidato Fernando Haddad (PT). E a vitória foi de Jair Bolsonaro (PSL).

Nesta campanha, reduzida por força da pandemia provocada pelo novo Coronavírus, o candidato Allyson Bezerra (Solidariedade) tem se valido do pouco tempo para aparecer bem perante o eleitorado. Ora, se ele não tem nada que o projete, politicamente falando, como é que vai estar em evidência? Em quase dois anos de mandato como deputado estadual, ele não colocou nenhuma emenda de grande porte para Mossoró, cidade que o ajudou a se eleger em 2018. Naquela eleição, ele apresentou propostas que até agora não se concretizaram. E, como já tem prática em mentir, pode ser que as promessas ditas agora não cheguem nem perto de serem postas em práticas. Disso ele entende muito bem.

Então, o Allyson candidato é esse: de mentir, de negar, de refutar, de acusar, de se esquivar de responder sobre casos de corrupção na própria chapa, de fugir de evento realizado pela OAB que trata justamente sobre corrupção, de não assinar documento que versa sobre o tema. O candidato que se conhece é o que se beneficia de números supostamente construídos para lhe beneficiar, já que até agora só ele “tem” crescimento político.

Além disso, a ausência de institutos de ponta, que estiveram presentes em campanhas eleitorais anteriores, em Mossoró, não foram contratados. E o fator disso é que uma pesquisa eleitoral séria custa caro. Estas que estão sendo divulgadas e que apresentam superioridade numérica do candidato do Solidariedade, em comparação a valores dos grandes institutos, cobram, no popular, “preço de banana”. Uma pesquisa que custa R$ R$ 4 ou R$5 mil, por exemplo, não podem externar verdade alguma. Até porque faltaria pessoal para a coleta dos dados. E talvez por isso o universo pesquisado seja tão pequeno, o que, por si, já comprometeria o resultado final.

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