O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), mantém a dianteira na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, de acordo com pesquisa do Instituto Exatus divulgada pelo Agora RN. O levantamento, realizado de 12 a 15 de novembro, mostra o gestor à frente em todos os cenários estimulados, quando o eleitor escolhe entre nomes apresentados.
A pesquisa ouviu 2.029 eleitores em todo o estado. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, com índice de confiança de 95%.
No primeiro cenário testado, Allyson aparece com 38,44% das intenções de voto. O senador Rogério Marinho (PL) ocupa a segunda posição, com 25,63%. Em terceiro, o secretário estadual de Fazenda, Cadu Xavier (PT), registra 6,95%. Entre os entrevistados, 8,58% não souberam responder e 20,4% afirmaram que não pretendem votar em nenhum dos nomes.
Em um segundo cenário, com Álvaro Dias (Republicanos) no lugar de Rogério Marinho, Allyson eleva sua vantagem e atinge 44,01% das intenções de voto. Álvaro soma 11,43% e Cadu Xavier, 7,44%. Responderam que não sabem em quem votar 9,86%, enquanto 27,25% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.
De acordo com o Instituto Exatus, as variações em relação ao levantamento de setembro estão dentro da margem de erro.
A pesquisa também testou um cenário mais amplo, com mais de um nome da direita. Allyson registra 37,01%, seguido de Rogério Marinho, com 21,98%. Cadu Xavier aparece com 6,16%. Álvaro Dias e Carlos Eduardo (PSD) têm 2,37% cada. Não souberam responder 8,28% dos entrevistados; 21,83% declararam que não votariam em nenhum dos nomes.
O ex-governador Walter Alves (MDB), que havia aparecido no levantamento anterior, não foi incluído neste estudo a pedido do próprio vice-governador.
Principais problemas do RN segundo os eleitores
Os entrevistados foram questionados sobre os principais problemas do estado. Cada pessoa pôde citar até três temas.
As áreas mais mencionadas foram: Saúde: 48,25%; Segurança/violência: 48,05%; Corrupção: 36,42%; Desemprego: 27,9% e Educação: 27,21%.
Outros problemas apontados incluem estradas (14,34%), oportunidade para jovens (10,69%), turismo e lazer (8,67%), má gestão pública (8,48%) e acesso à água (8,33%).








