Vinicius Salgado[email protected]Economia

Vinicius Salgado

O que esperar da MP da liberdade econômica


Eu sempre digo aos amigos e colegas de profissão que o governo Bolsonaro é extremamente técnico, principalmente, por conta da sua equipe econômica. Mais uma vez mostrando que não liga para o blablabla populista, a equipe apresentou a Medida Provisória da liberdade econômica. A reação não podia ser outra, muita gente apoiando, pois entendem a necessidade de uma forte desburocratização, e outro parte criticando, por não saberem do que se trata ou apenas por mal sentimento pelo Presidente. 


A liberdade política e de expressão não pode existir sem liberdade econômica, já dizia Ayn Rand. A MP 881 promove importantes avanços sobre o tema da liberdade econômica. Em um ambiente político quente, com quadro de recessão econômica prolongado, é consenso que a economia deve voltar a crescer. A MP é muito mais do que desburocratização, ela procura encarar a falácia que levou o Brasil ao caos que estamos, de que quem promove o crescimento econômico é o Estado, não a sociedade. 


Por trás da hipótese legal da liberdade econômica, está a afirmativa de que o cidadão é a autoridade máxima, na qual o Estado nada mais é de que um contrato social, que deveria atender aos interesses das partes, os cidadãos. Hoje, a inversão de valores sociais é evidente e o que se vê é um Estado que se serve dos cidadãos.


Existem exemplos que demonstram o efeito da liberdade econômica como geradora de renda à população no Brasil. Segundo o Instituto Locomotiva, a maior fonte de renda das famílias brasileiras são os aplicativos de transporte e entregas, como Ifood, Rappi, Uber e outros. Calcula-se que 24 milhões de brasileiros tiveram renda gerada por intermédio da internet.


No entanto, diversas foram as tentativas de regulamentar essas tecnologias em nome do controle do Estado sobre a economia, sob a justificativa pífia do Estado saber dar melhor rumo ao destino do cidadão, que ele próprio. Nações com maior liberdade econômica são aquelas com maior desenvolvimento social, exemplos trazidos por Singapura, Hong Kong, Nova Zelândia e Austrália que possuem índices de desenvolvimento social altos e economias livres.


Então, mais uma vez a trupe de esquerda e seus simpatizantes doentios estão querendo massacrar algo útil. Simplesmente pela antipatia com o Presidente Jair Bolsonaro e, principalmente, por ideologia política que os impedem de pensar. O Brasil tem boas perspectivas de crescimento e a parte técnica do governo ignora falácias e toda a balbúrdia instalada pelos antipatizantes. 


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