Voepass decide manter operações aéreas em Mossoró

A Voepass Linhas Aéreas anunciou a adição de novos voos temporários a partir do dia 27 de outubro em Mossoró. A empresa ampliará sua oferta com voos entre Mossoró e Natal, além de Mossoró e Fortaleza. As informações são da TCM Notícia. A partir de 27 de outubro até 30 de dezembro, a Voepass operará voos entre Mossoró e Natal nas segundas, quartas, sextas e domingos, com partidas de Mossoró às 16h45 e chegadas em Natal às 17h45. No trajeto inverso, de Natal para Mossoró, os voos ocorrerão nos mesmos dias, das 19h às 20h, de 28 de outubro a 31 de dezembro. Além disso, de 29 de outubro a 31 de dezembro, a Voepass oferecerá voos entre Mossoró e Fortaleza às segundas, terças, quintas e sábados, com partidas de Mossoró às 11h e chegada em Fortaleza às 11h50. Em julho, a Latam havia anunciado a suspensão dos voos no Aeroporto Dix-sept Rosado, em Mossoró, como parte de uma reestruturação em sua malha aérea. A Voepass agora está operando esses voos, com a Latam responsável pela comercialização das passagens entre Mossoró, Fortaleza e Natal.
Governo congela R$ 5,7 bi de Saúde e Educação e corta R$ 4,5 bi do PAC

Uma semana após a confirmação do congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou, nesta terça-feira (30), decreto detalhando as áreas do governo em que ocorrerão os bloqueios (R$ 11,17 bilhões) e contingenciamento (R$ 3,84 bilhões) de recursos. As informações sao do InfoMoney. O texto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), mostra contenção sobre diversos órgãos do governo federal − além de congelamento sobre recursos destinados a emendas parlamentares de comissão (RP 8) e de bancada (RP 7). Do lado dos recursos bloqueados, R$ 7,078 bilhões são despesas discricionárias do Poder Executivo e R$ 3,277 bilhões de recursos discricionários da nova edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os R$ 816,4 milhões restantes são das emendas de comissões do Congresso Nacional. Já pelo contingenciamento, são R$ 2,179 bilhões de despesas discricionárias do Poder Executivo que não serão empenhadas, R$ 1,223 bilhão do PAC. Neste caso, as emendas parlamentares de comissão sofrerão um congelamento de R$ 278,9 bilhões e as de bancada, R$ 153,6 milhões. Clique aqui para acessar a íntegra do decreto. Os principais alvos das contenções foram os ministérios da Saúde (R$ 4,419 bilhões), Cidades (R$ 2,133 bilhões), Transportes (R$ 1,512 bilhão), Educação (R$ 1,284 bilhão) e Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 924 milhões). Juntas, as 5 pastas respondem por 68% do congelamento de recursos. Apesar dos cortes significativos em áreas sensíveis, a equipe econômica do governo sustentou, em nota, que a distribuição por órgão “teve como diretrizes a preservação das regras de aplicação de recursos na Saúde e na Educação (mínimos constitucionais), a continuidade das políticas públicas de atendimento à população e o compromisso do governo federal com a meta de resultado fiscal estabelecida para o ano de 2024.” Os órgãos sujeitos aos cortes de despesas terão até dia 6 de agosto para adotar medidas de ajustes e realizar o procedimento de indicação das programações e ações a serem bloqueadas. De acordo com o governo, as despesas bloqueadas podem ser substituídas pelos órgãos a qualquer tempo, salvo se estiverem sendo utilizadas para fins de abertura de crédito no momento de solicitação do órgão. No caso das emendas de bancada, haverá um ajuste proporcional para divisão igualitária das representações no parlamento. As emendas individuais dos congressistas, por outro lado, ficaram de fora do contingenciamento. O texto é assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos secretários-executivos do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, e do Ministério do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães. Os dois exercem interinamente o comando das respectivas pastas durante as férias dos ministros Fernando Haddad (PT) e Simone Tebet (MDB).
Allyson lidera nova pesquisa com 75%; Genivan e Lawrence têm 3,7%

Faltando pouco mais de dois meses para as eleições municipais, o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) lidera com ampla vantagem a corrida pela Prefeitura de Mossoró. De acordo com a pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Exatus e divulgada pelo jornal Agora RN, Allyson Bezerra tem 75,34% das intenções de voto. Esse percentual representa uma diferença de 63,88% em relação à soma das intenções de voto dos outros seis candidatos pesquisados, que juntos somam 11,46%. Allyson Bezerra está 71,64 pontos percentuais à frente dos segundos colocados, que estão empatados com 3,7% das intenções de voto: o empresário Genivan Vale (PL) e o presidente da Câmara Municipal, vereador Lawrence Amorim (PSDB). Confira a distribuição das intenções de voto: • Allyson Bezerra: 75,34% • Genivan Vale: 3,7% • Lawrence Amorim: 3,7% • Zé Peixeiro: 2,34% • Tony Fernandes: 1,11% • Irmã Ceição: 0,49% • Victor Hugo: 0,12% • Branco/Nulo/Nenhum: 4,93% • Indeciso/Não sabe/Não respondeu: 8,26% A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-01978/2024. Realizada entre os dias 23 e 25 de julho, a sondagem ouviu 811 eleitores e tem uma margem de erro de 3,43%, com 95% de confiança.